Moradores de Mantena também reclamam da “invasão de grilos” em suas residências. ConfirAgora!

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Assim como em Barra de São Francisco, (matéria sitebarra),  a cidade de Mantena não fica tão distante, quando o assunto é a grande e perturbadora quantidade de grilos. Praticamente em todas as residências tem um “zueirento”, que canta a noite toda, incomodando qualquer um.

Eles ficam escondidos por todos os lados, debaixo da cama, atrás do guarda-roupas, do fogão, geladeira, etc.

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Com as constantes mudanças no clima, de chuvoso e úmido para quente e seco, algumas pragas começam a proliferar e se acumular, como as de grilos, que além de serem muitos, incomodam por conta do barulho.

Apesar de inofensivos, os grilos podem trazer doenças, vez que são vetores e alimentos para outros animais.

O engenheiro florestal e responsável técnico de uma empresa de dedetização, Marcus Vinícius Barbosa Ribeiro, explicou que essa invasão de grilos acontece tanto pela mudança climática quanto pelo desmatamento de forma irregular. Quando o homem desmata sem planejamento urbano, isso faz com que esses animais não tenham para onde ir e acabam invadindo as casas.

https:\/\/mantenagora.com.brMarcus Vinícius relatou que os grilos não transmitem doenças, contudo, como eles circulam em lixo, esgoto e demais locais impróprios, eles acabam levando em suas patas bactérias que podem causar problemas de saúde. Além disso, os grilos acabam atraindo seus predadores, como os escorpiões, aranhas e morcegos.

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Esses predadores invadem as casas em busca de alimento, no caso o grilo. O grilo em si não transmite doença, mas ele é um vetor de doença, ou seja, ele dissemina a doença através da patas e podem contaminar alguns alimentos”, disse.

Para evitar que essa e outras pragas invadam residências e demais estabelecimentos, o engenheiro florestal deu algumas sugestões de cuidados que devem ser adotados. O primeiro dele, e mais importante, é manter os espaços limpos e sem acúmulo de lixo. Isso evita que grilos sejam atraídos, e consequentemente seus predadores. Outra orientação é utilizar telas de proteção, garantindo que o inseto não invada os ambientes.

As lixeiras devem ter tampas e fazer um controle periódico de pragas, pelo menos de seis em seis meses. Essa é praticamente a mesma orientação das outas pragas, como baratas, cupins, entre outros. E se perceber que o nível de infestação está muito grande é recomendado contratar o serviço de uma empresa especializada para tentar controlar, finalizou Marcus Vinícius.

 

Fonte: matéria original sitebarra

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